Como organizar as finanças após ser demitido?

foto de mão mexendo em calculadora
Após ser demitido é muito importante organizar suas finanças para evitar prejuízos financeiros futuros.

Uma demissão pode acontecer quando você menos espera. E é justamente para não ser pego desprevenido que é preciso controlar rigorosamente os gastos e sempre manter uma reserva emergencial, com dinheiro suficiente para garantir o pagamento de contas básicas (aluguel, água, luz, alimentação, saúde e transporte) por um período mínimo de 12 meses.

Esse é um cuidado especialmente importante em momentos como o que vivemos hoje, em que a situação econômica do país é crítica e oferece muitas dificuldades para o trabalhador que está tentando retornar ao mercado de trabalho.

Mas se você não fez esse planejamento e agora está diante do aviso prévio, o que fazer para organizar as finanças após ser demitido? A notícia é ruim, mas entrar em pânico não resolve o problema. Confira algumas dicas que podem te ajudar:

6 dicas para organizar as finanças após ser demitido

Analise o orçamento

O primeiro passo para organizar as finanças após ser demitido é analisar o orçamento doméstico de maneira detalhada. Para isso, liste todas as despesas fixas — aluguel, impostos, água, luz, telefone, alimentação, plano de saúde, mensalidade escolar e transporte e prestações de financiamentos (veículo, cartão de crédito e empréstimos).

Com estas informações, avalie quais custos podem ser reduzidos. É possível economizar no consumo de água, luz e telefone, por exemplo, e corte da sua lista de compras tudo o que for supérfluo. Se o aluguel está muito caro, considere a opção de mudar para outro imóvel mais econômico.

Envolva toda a família

Se você tem cônjuge e/ou filhos, reúna a família para expor a necessidade de fazer cortes no orçamento doméstico para equilibrar a situação financeira. Ou seja, todos precisam colaborar para que a transição para um padrão de vida mais modesto ocorra sem estresse. Deixe muito claro que este é um momento de apertar o cinto e que a compreensão de todos é fundamental para a família atravessar as dificuldades em paz.

Renegocie as dívidas

Analise a planilha de prestações e tente renegociar as dívidas mais altas antes de se tornar inadimplente. Atrasar o pagamento de cartão de crédito, empréstimos bancários e cheque especial só complicará a situação, pois a taxa de juros é altíssima. Por isso, o ideal é tentar renegociar e quitar suas dívidas o mais rápido possível.

Suspenda fontes de crédito

Cartões de crédito e cheque especial devem ser congelados. Se você já não tem a mesma condição para pagar as dívidas assumidas no passado, por que fazer outras? O acúmulo de faturas vencidas só aumentará a ansiedade e o estresse, atrapalhando a vida familiar, prejudicando sua saúde e dificultando a busca por oportunidades de trabalho.

Reserve dinheiro

Se você foi demitido sem justa causa, poderá sacar o FGTS e ainda receberá a multa rescisória, férias vencidas e décimo terceiro salário proporcional, entre outras remunerações estipuladas no contrato de trabalho e garantidas por lei. Além disso, você ainda terá direito ao seguro desemprego. Todo esse dinheiro deve ser bem administrado, uma vez que você não sabe quanto tempo permanecerá fora do mercado de trabalho.

Busque oportunidades

Procurar emprego dá trabalho. É preciso atualizar seu currículo, fazer cursos gratuitos (presencial ou online), acionar sua rede de contatos profissionais, cadastrar-se em sites de vagas e nas páginas das empresas de seu interesse. Não fique parado e esteja sempre trabalhando por uma nova oportunidade no mercado de trabalho.

Imagem: vencavolrab / iStock / Getty Images Plus

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