Orçamento pessoal – Como dividir bem?

Será que você está dividindo o seu orçamento pessoal com sabedoria? Essa pode ser uma pergunta difícil de responder. Muitas vezes, você não está alcançando os resultados esperados, e não sabe como organizar as suas finanças.

Se você está em um momento complicado, fique calmo. Existem muitos erros comuns que cometemos em relação ao nosso orçamento pessoal. Na maioria das vezes, não percebemos o potencial estrago que essas atitudes podem ter.

Para te ajudar, separamos algumas dicas de como dividir o seu orçamento pessoal e chegar aos seus objetivos com mais rapidez e segurança. Entenda mais a seguir e evite problemas!

Orçamento pessoal

Conheça o método para lidar com orçamento pessoal

Existem diferentes métodos de separação que você pode usar para administrar o seu orçamento pessoal. Um dos mais conhecidos deles, e também mais simples, é a separação entre despesas obrigatórias e lazer. Essa categoria do lazer está muito ligada ao seu estilo de vida pessoal e, por isso, vale uma reflexão sobre o seu consumo mensal.

O método em si é fácil: você precisa dividir os seus gastos dentro dessas duas categorias. Elementos como contas bancárias, aluguel, alimentação e transporte são despesas obrigatórias. Afinal, todos nós precisamos comer e sustentar a casa. Passeios, compras e eventuais caprichos são gastos de lazer.

Nossa dica é tentar mexer primeiramente nos gastos de lazer, para organizar o seu orçamento e conseguir poupar melhor. Assim, você não fere as suas condições de vida e pode continuar gastando o mesmo tanto de dinheiro com despesas.

Divida entre gastos fixos e gastos variáveis

Outro método de divisão bastante popular quando estamos falando de orçamento pessoal é em relação aos gastos fixos e variáveis. Essas categorias vão te ajudar a dar mais organização as suas finanças, estabelecendo métodos de economia mais eficientes.

Os gastos fixos são aqueles que precisamos ter todos os meses. Dentro deles, falamos de cobranças do banco, impostos e cursos de educação. Como é cobrado um valor regular, você vai precisar arcar com esses custos. Mas isso quer dizer que não conseguimos mexer em valores fixos? Não! Você pode muito bem diminuir o valor de uma conta de luz, por exemplo. Depende dos métodos que pretende usar.

Os gastos variáveis são certamente mais simples quando estamos pensando em moldar os hábitos de consumo e poupar. Essa categoria diz respeito aos gastos com compras de itens periódicos, como eletrodomésticos, qualquer atividade de lazer e pequenos gastos do cotidiano. Em suma, falamos aqui de tudo que você não precisa pagar por obrigação.

Nessa categoria, você tem mais liberdade para mexer em valores e adaptar o seu orçamento.

Cuidado na hora de poupar

Muitas pessoas engajam em uma rotina de organização do orçamento pessoal para poupar dinheiro. Não há problemas nisso, mas você precisa tomar cuidado com as técnicas de poupança. Assim, não prejudica outros setores da sua vida.

Na hora de saber poupar, falamos em dois limites. Primeiramente, você vai precisar retirar do seu orçamento para o mês um valor equivalente a, no mínimo, 10% da sua renda total. Falamos em 10%, pois valores abaixo desse número não dariam diferenças efetivas em longo prazo.

Em segundo lugar, você precisa tomar cuidado para não retirar uma quantia maior do que 30% da sua renda, mesmo que seja para fazer um investimento. Esse é um ponto de parada comum para muita gente. Mais de 30% da renda geralmente costuma afetar o seu orçamento ao longo do mês, e essa é uma coisa que não pode ocorrer.

Tenha objetivos concretos

Agora que você já entendeu um pouco mais sobre os métodos de divisão do seu orçamento pessoal e prestou atenção ao fator das porcentagens, algumas atitudes devem ser pontuadas, que também ajudam na hora dessa divisão. Vamos falar da primeira delas a seguir.

Se você quer dividir o seu orçamento, precisa ter objetivos concretos. E não estamos falando somente de um sonho em longo prazo, que é o que todos imaginam quando falamos de metas. Na realidade, você precisa analisar até os seus objetivos mensais.

Se você decidir que vai gastar uma quantia de 400 reais em almoço fora de casa durante o mês, por exemplo, esse é um objetivo concreto. Agora, falta analisar se realmente faz sentido gastar esse tanto dentro dessa categoria. Isso vai depender do seu estilo de vida e das suas condições. É algo que só você, imerso em seu contexto pessoal, pode fazer.

Dê uma atenção especial às dívidas

A sua divisão mensal do orçamento não pode funcionar bem, se você tem uma dívida. Geralmente, pensamos em divisões utilizando toda a renda que temos, fora o tanto de dinheiro que pretendemos guardar. O que ocorre com as dívidas? Na maioria das vezes, elas não são consideradas e esse é um erro grave.

Dívidas são cobranças que se acumulam rapidamente. Essa é uma das razões pelas quais sempre aconselhamos a tratar rápido desse tipo de pagamento. Se você não tem o capital para quitar a dívida agora, pode optar por um parcelamento ou até tentar negociar com a empresa.

O importante é, se você tem uma dívida, colocá-la no planejamento do seu orçamento.

Você pode tratar esse pagamento como uma despesa, por exemplo, ou pode separar o valor dessa cobrança. Essa decisão fica ao seu critério.

Renove o seu planejamento

Todo mundo que quer organizar um orçamento mensal tem um planejamento. Esse é um requisito básico para que as suas técnicas de divisão e de poupança obtenham sucesso. Mas, apenas, estruturar o planejamento basta? Na verdade, não!

Precisamos renovar o planejamento de tempos em tempos, se quisermos ter um controle mais eficiente de nossas vidas financeiras. Afinal, se você parar para pensar, não estamos nas mesmas condições financeiras todos os meses. Podemos ter cobranças pontuais que diminuem nossa renda em um mês, podemos ganhar uma quantia extra no trabalho em outro, e assim por diante.

Por isso, tome cuidado e não deixe de fazer uma revisão completa. Você pode revisar de 6 em 6 meses ou uma vez por ano.

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