Aplicar dinheiro – 10 formas de fazer de forma consciente

Hoje em dia, é difícil a pessoa conseguir poupar um dinheiro para fazer um investimento. Aqueles que conseguem e desejam fazer uma aplicação com ele, precisam estar bem seguros do tipo de investimento que fará.

A aplicação do seu dinheiro não fará com que você garanta a maior rentabilidade que puder. A forma como você irá investir o seu dinheiro, se em curto, médio ou longo prazo, é também uma forma de protegê-lo contra a inflação e outras situações que poderão diminuir o seu patrimônio.

Então, se você tem o desejo de investir o seu dinheiro, é preciso que você entenda os riscos que corre e, com isso, descobrir como investir o seu dinheiro de forma consciente, segura e rentável.

Dessa forma, queremos apresentar para vocês 10 formas de aplicar dinheiro de forma consciente. Vamos a elas!
Aplicar dinheiro – 10 formas de fazer de forma consciente

10 locais para aplicar dinheiro

1 – CDB

Trata-se do Certificado de Depósito Bancário, que é uma aplicação de renda fixa que é oferecida pelos bancos, onde o cliente faz uma espécie de empréstimo à instituição financeira, onde esta determina o valor e fixa os períodos em que o interessado não poderá movimentar o dinheiro.

Funcionando contrariamente à poupança, o CDB possui uma remuneração variável de acordo com a instituição. Existem três tipos de CDB oferecidos pelos bancos:

CDB prefixado – o cliente sabe exatamente o valor que será remunerado assim que faz a contratação;

CDB pós-fixado – alternativa mais popular de CDB, possui a taxa de remuneração atrelada ao valor do CDI, o Certificado de Depósito Interbancário;

CDB híbrido – associa a sua remuneração a uma taxa fixa de juros e a variação do índice de inflação, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

2 – LCI/LCA

Possui rendimentos parecidos com o CDB. A LCI, Letra de Crédito Imobiliário, e a LCA, Letra de Crédito do Agronegócio, estão entre os mais populares títulos isentos de cobranças de Imposto de Renda.

Suas modalidades foram criadas de modo a fomentar o crédito imobiliário e o do agronegócio no país.

Essas modalidades são oferecidas nas formas:

Prefixada – que é quando o cliente sabe exatamente em quanto será remunerado assim que faz a contratação;

Pós-fixada – sendo a mais popular e com taxa de remuneração ligada ao valor do Certificado de Depósito Interbancário, que acompanha de perto do valor da Selic, que é a taxa básica da economia brasileira.

3 – Fundo DI

O Fundo DI é uma aplicação com alta liquidez, possuindo uma baixa volatilidade e que pode servir para um percentual do portfólio dedicado a solucionar uma emergência, possuindo um resgate diário.

Ele cobra uma pequena taxa de administração por ano e da antecipação do recolhimento do Imposto de Renda realizada a cada seis meses.

4 – Fundos Multimercado

É um fundo de investimento em que existe a possibilidade de aplicar qualquer tipo de ativo, podendo ele ser de renda fixa ou de renda variável, chegando até às moedas estrangeiras, mas sempre respeitando o que estiver determinado no regulamento.

Assim, ele pode realizar aplicações mais arrojadas quanto mais conservadoras. O ponto negativo desses fundos é que, geralmente, eles costumam praticas taxas mais elevadas e, além dessa taxa de administração, existe uma chamada de taxa de performance, que é cobrada quando o rendimento obtido supera a referência anteriormente determinada. Mas o pagamento dessa taxa é um bom sinal, pois mostra que o fundo está funcionando bem.

5 – Certificado de Operações Estruturadas

Trata-se de uma combinação de renda fixa com renda que varia. Ela foi lançada em 2013 no Brasil, tendo sido regulamentada pelo Conselho Monetário Nacional do Banco Central.

Ele pode integrar a certeira de quem busca diversificar investimentos, dependendo do perfil do investidor e do produto. Possui duas formas de aplicação: capital protegido ou capital em risco, onde a diferença entre elas se dá apenas pela garantia que a primeira oferece de devolver o valor nominal inicial.

O título é emitido por um banco ou uma corretora, que define o vencimento, o valor mínimo para a aplicação, um indexador e o cenário definido de ganhos e perdas.

Ele se torna mais atrativo por poder contar com a rentabilidade da renda variável.

6 – Previdência Privada

É o investimento feito para garantir uma aposentadoria tranquila, sendo uma alternativa de fonte de renda familiar, onde o seu valor aplicado é reinvestido para gerar rendimentos e liberado conforme o acordo realizado.

O pagamento pode ser realizado tanto de forma integral quanto de forma parcelada.

7 – Poupança

É um investimento seguro, mas com uma rentabilidade não tão alta, e nem diária. Dessa forma, você só poderá resgatar o seu dinheiro uma vez por mês, sem perder o seu lucro.

8 – Fundos de Ações

São os fundos de investimento em ações que direcionam quase 70% dos seus investimentos em ações da bolsa de valores. Assim, a rentabilidade esperada dependerá apenas da valorização dos papéis.

Podem ser classificados como:

Fundos passivos – as ações são alocadas de forma a obter rendimentos atrelados à índices, como a Bovespa;

Fundos ativos – a composição da carteira é feita baseado em análises macroeconômicas.

9 – Debêntures

É um título de crédito representativo de um empréstimo que uma companhia realiza junto a terceiros e que assegura a seus detentores direitos contra a emissora, direitos estes estabelecidos na escritura de emissão.

10 – Tesouro Direto

Criado no início dos anos 2000 pelo Tesouro Nacional, numa parceria com a BM&FBovespa, o Tesouro Direto é considerado um dos investimentos mais seguros existentes no mercado financeiro, pois que é a garantia da sua remuneração é o Tesouro Nacional, entre outras palavras, o governo do país.

Quando você compra um título de renda fixa, você terá um prazo para receber de volta o valor que foi investido, tendo juros acrescidos, o que supera os ganhos que a poupança oferece.

Uma das principais características do Tesouro Direto é o baixo valor inicial que é exigido para aplicação. Com R$ 30,00 você já pode iniciar o seu investimentos em títulos do Tesouro Direto. Além dos papéis prefixados, o Tesouro Direto oferece títulos pós-fixados, indexados à Selic, que é a taxa básica de juros, e híbridos, com um juro fixo anual mais a variação da inflação.

 

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