Como fazer investimentos pequenos e de baixo risco?

desenho de boneco segurando seta de investimento
Os melhores investimentos de pequeno e baixo risco são: tesouro direto, CDB, LCIs e LCAs, fundos DI e de renda fixa.

Muitas pessoas querem investir e multiplicar o dinheiro que têm guardado, mas se deixam inibir pelo risco e pela falta de conhecimento das opções que esse mercado oferece, sobretudo no que diz respeito aos valores iniciais e o acesso a esses investimentos.

Em geral, esses indivíduos acabam buscando a poupança como alternativa segura de investimento, mas este é um tipo de aplicação financeira que tem se comportado como mero dispositivo de segurança contra a inflação. Em 2016, por exemplo, a poupança teve o melhor rendimento em relação à inflação desde 2009, e, mesmo assim, a diferença foi de apenas 2%.

O que muitas pessoas desconhecem é que há outros investimentos de baixo risco que permitem aplicações iniciais de pequenas quantias, sendo aplicações mais rentáveis que a poupança. Conheça alguns a seguir:

Investimentos pequenos e de baixo custo: em quais apostar?

Tesouro Direto

Trata-se dos títulos públicos, que são títulos dados pelo governo em troca de recursos para financiar a dívida pública e projetos de estado. Em outras palavras, este investimento consiste em um empréstimo que o investidor faz ao governo.

O Tesouro Direito é uma aplicação de baixíssimo risco, principalmente se a opção for por taxas pós-fixadas, que têm rentabilidade garantida. Nos pré-fixados, no entanto, a rentabilidade pode ser maior, caso a taxa básica de juros decline no período.

O imposto de renda sobre os rendimentos varia entre 22,5% e 15%, de forma regressiva conforme aumenta o prazo para resgate.

CDB

É só pegar a definição de Tesouro Direto e trocar estado por bancos. Nessa modalidade, o investidor empresta dinheiro para o banco. A tabela do imposto de renda é idêntica ao do Tesouro Direto.

Esta é uma aplicação com perfil de longo prazo, mas os bancos vêm oferecendo produtos interessantes, com resgate automático, que pode ocorrer em qualquer prazo — com a ressalva de que há incidência de IOF em resgates num prazo inferior a 30 dias.

O investimento em CDB tem a garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), uma entidade privada cuja finalidade é proteger o correntista e o investidor no sistema financeiro privado.

LCIs e LCAs

Assim como no CDB, essas modalidades são uma espécie de empréstimo às instituições financeiras. A diferença é que a destinação dos recursos é o crédito imobiliário, no caso do LCI, e o crédito ao agronegócio, no caso do LCA. A principal vantagem é a isenção do imposto de renda.

Fundos DI

É uma aplicação de baixíssimo risco, pois esses fundos investem no mínimo 95% dos recursos em ativos financeiros que acompanham as variações do CDI (Certificado de Depósito Interbancário). A desvantagem dos fundos é que apresentam taxa de administração e a rentabilidade não é garantida, mas é possível iniciar a aplicação com até R$ 50,00.

Renda Fixa

A diferença para os fundos de renda fixa é o perfil do investimento, preferencialmente em títulos da dívida pública, sendo que 80% dos recursos são investidos em títulos de baixo risco. Assim como o DI, o risco é baixo, mas há taxa de administração e a rentabilidade não é garantida.

Imagem: © Depositphotos.com / kraphix

Compartilhe:

Envie sua mensagem e ligamos para você.

Formulário específico para quem deseja uma Vida Financeira Abundante e Próspera.




 

Fale Conosco

(11) 3181-0610

(11) 9 61107847

(21) 9 69389672

(11) 3230-2238

Mapa do Site

© 2016 Instituto Coaching Financeiro. Todos os direitos reservados.
Top