Como Planejar sua Independência Financeira?

Já vimos, no post O que é Independência Financeira?, que ser independente financeiramente é não precisar de seu salário para o pagamento de contas, mas sim ter um fluxo de renda capaz de manter um bom padrão e qualidade de vida por um tempo indeterminado.

Chegar a esse lugar onde perder o sono pensando em contas não existe é fácil, mas demanda algum esforço.

De quanto esforço estamos falando? Bem, alguns hábitos deverão ser repensados e o modo de enfrentar turbulências econômicas também deve mudar. Uma vez passada a fase de adaptação, no entanto, o bem-estar de estar seguro financeiramente compensa tudo.

Como Alcançar a Independência Financeira


Comece AGORA!

Antes de tudo, comece já a buscar sua independência financeira. Não espere o próximo mês e não caia na armadilha de esperar a aposentadoria para ter algum alívio nas contas. Busque controlar e fazer seu dinheiro trabalhar para você o quanto antes.

 

Entenda e controle seus gastos mensais

No segundo passo para alcançar a independência financeira é preciso saber exatamente o quanto você ganha, quanto gasta no mês e quanto economiza. Para chegar a esses valores, monte uma planilha com todas as entradas e saídas de dinheiro; do seu salário, mesada, aluguel, etc, até despesas com estacionamento e cervejinhas a mais no happy hour da empresa.

Uma planilha pode ajudar a deixar esse controle organizado e o resultado dessa conta bem visível.

Com esses dados é possível identificar um padrão de gastos, onde eles podem ser contidos, o que cabe no seu orçamento e o quanto será necessário ganhar para cobrir o seu padrão de vida e para poupar.

 

Estabeleça limites às despesas e planeje seus gastos

As despesas se dividem em dois níveis: obrigatórias e não obrigatórias. As obrigatórias são aquelas fixas, recorrentes mensalmente, de valor estabelecido: aluguel, escola, faculdade, etc. As não obrigatórias são aquelas também recorrentes, mas dependem de consumo, e você pode reduzir o valor deles.

Os estouros no orçamento são, geralmente, em decorrência do não controle desses gastos, principalmente dos não obrigatórios. Portanto, estabeleça um limite para as despesas todas as suas despesas e mantenha-se fiel a ele.

Digamos, por exemplo, que, jornalista por profissão, receba R$ 1900, sendo o salário sua única fonte de entrada. Especialistas recomendam que João estipule 20% desse valor para gastos com transporte, vestuário e alimentação. Com moradia, o ideal é que ele utilizasse até 30%, no máximo, de seu orçamento, e com lazer 15%. O que sobra

Especialistas recomendam que se estipule 20% do orçamento em gastos com transporte, vestuário e alimentação. Com a moradia, o ideal é utilizar até 30% do orçamento, e com lazer 15%. O restante pode ser utilizado em aperfeiçoamento pessoal e fundos e ações de investimento. Os outros 35% restantes dos ganhos de João devem ser revertidos em investimentos (fundos de aposentadoria, ações e outros fundos de investimento) e aperfeiçoamento profissional.

 

Muito cuidado com o cartão de crédito

Um dos maiores erros é considerar a fatura do cartão de crédito como uma despesa fixa. O correto é que ele seja um apoio em algumas situações, mas que seja cada vez menos usado. Nessa hora, aproveite para praticar o consumo consciente.

 

Invista

O ideal, segundo gurus do mundo financeiro, é que as despesas de uma pessoa sejam menores do que os recebimentos (pelo menos 10% da renda líquida), e que a diferença dessa conta seja investida, tanto em títulos de renda fixa, ações, imóveis, poupança, etc.

Nessa hora é importante pesquisar muito bem antes de escolher onde aplicar seu dinheiro. Deve-se saber quais taxas são cobradas e custos que podem atingir a rentabilidade desse negócio.

 

Reinvista

O sucesso financeiro acontece para quem investe e continua a investir os lucros. Aí está a prova da mais difícil da educação financeira: não gastar o lucro do investimento, mas sim reinvestir.

O objetivo, com isso, é fazer com que seu dinheiro gere mais dinheiro e que, eventualmente, você não precise mais trabalhar para pagar contas.

 

Aprenda a superar crises econômicas

O ano de 2015 começou com aumento em diversos impostos e reajustes de contas e taxas. Ou seja, as despesas fixas sofreram aumentos e o salário e outros rendimentos, em contrapartida, não seguiram a mesma lógica. Para alcançar a independência financeira nesse cenário é preciso, mais do que nunca, mergulhar na educação financeira.

Adquira o hábito de ter uma reserva econômica para emergências, corte supérfluos, faça uma tabela de priorização de contas e repense alguns gastos, até mesmo os fixos. Vale mesmo a pena almoçar todos os dias fora? Vale mesmo a pena passar toda semana no mercado para compras pequenas? Vale mesmo a pena ir de carro para o trabalho, ou um sistema de caronas não seria mais vantajoso?

Como podemos perceber, ser independente nas finanças não é impossível, mas exige a força de vontade de mudar hábitos enraizados e aplicar a educação financeira com disciplina.

Quer saber mais sobre como atingir a independência financeira e fazer seu dinheiro trabalhar para você? Continue acessando nosso blog e comente suas dúvidas e sucessos conosco!

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