Guia completo: como quitar dívidas

Infelizmente, os perfis consumistas dos novos tempos estão fazendo com que as pessoas gastem mais do que conseguem pagar.  

O desejo de comprar, principalmente itens que não são necessários em um determinado momento, acaba gerando um efeito bola de neve, onde as dívidas nunca acabam e só aumentam. 

Não fique pensando que você é o único brasileiro nessa situação, pois existem outros milhares que também estão com as suas contas no vermelho, mas estão procurando se quitar dívidas para conseguir respirar um pouco mais tranquilo. 

As compras parceladas, com cartão de crédito, limites altos entre outros “benefícios” concedidos pelas instituições bancárias acabam fazendo com que as pessoas gastem muito além do que realmente necessitam e depois se envolvam com um emaranhado de juros, criando assim um acúmulo de dívidas. 

Sair desse tipo de situação é muito complicado e requer muita organização financeira. 

Quer quitar suas dívidas ainda esse ano? Confira o guia completo que preparamos para você!

Entenda como sair da crise e quitar suas dívidas!

O medo de não ter dinheiro, de não conseguir pagar suas contas é aterrorizante, alguns enxergam os novos empréstimos como uma solução para quitar suas dívidas de forma parcial. 

Entretanto, as instituições bancárias também estão mais exigentes para conceder crédito, e por isso a situação ainda mais complicada. 

Graças ao novo perfil de consumo, as pessoas estão consumindo mais e pagando menos, elevando os riscos financeiros que um banco assume no momento da concessão do crédito. 

Mas para compensar esse cenário, os bancos elevam as taxas de juros, para que seja compensado o risco do empréstimo. Sem que exista crédito na “praça”, a economia paralisa. 

De acordo com esse conceito, não é ruim fazer dívidas, o problema é quando não é possível pagá-las. Afinal,  o crédito é um dos maiores estímulos do comércio e também do consumidor, que com as vendas acontecendo, é possível gerar novas oportunidades de emprego, conseguindo “girar” a economia.

Quando o processo de crédito fica estagnado, toda essa engrenagem fica comprometida, onde os empregos são mais escassos e as dívidas aumentam. 

O consumidor pode e deve realizar compras, mesmo sendo parceladas, porém é importante que elas sejam pagas, pois quando existe o descontrole, e as contas ultrapassam mais de ¼ da sua renda líquida, a tendência é as dívidas apenas cresçam, tornando-se cada vez mais complicada de se libertar. 

O desemprego, as altas taxas de juros, compras exageradas, tudo isso são fatores que contribuem para o aumento das dívidas, mas agora é preciso entender como quitar dívidas e começar a respirar mais aliviado. 

A primeira medida é “limpar o nome”, ou seja, eliminar as restrições de crédito nas instituições financeiras controladoras, como SPC e SERASA, essa precisa ser sua primeira prioridade. 

Para que seja possível limpar seu junto aos credores e elimine seu nome da lista de restrições, é importante conseguir um acordo que seja interessante entre você e o credor.

Se o credor possui interesse em receber e você em pagar, logo um acordo atrativo com juros menores é a melhor ideia, encontra um meio termo onde seja possível que você honre com as parcelas acordadas.  

Descubra como você adquiriu dívidas

Antes de qualquer coisa, é preciso que você entenda como a sua situação financeira chegou até o ponto em que está. 

As dívidas na grande maioria das vezes, não surgem de fatores externos, surgem do descontrole financeiro, de compras exageradas, muitos eventos sociais com um custo elevado entre outros fatores. 

É importante identificar os motivos e ter consciência dos fatores que levaram você até aquele momento. Não adianta você quitar dívidas, mas adquiri-las novamente, pois você ainda não adquiriu a cultura de que os gastos precisam ser identificados e controlados. 

Normalmente, a época do 13º salário é para quitação de dívidas realizadas ao longo do ano. Mas já pensou se ele pudesse ser utilizado para realização de sonho, como a criação de uma poupança ou uma viagem? Para que isso seja possível, é preciso entender, organizar e controlar os gastos. 

Conheça o valor total de todas as suas dívidas

Para que você consiga ajustar suas contas e ter uma boa negociação com credores, a primeira atitude é colocar ordem nas contas, afinal como é possível conseguir negociar se você não conhece o valor total da sua dívida, qual o montante que você está em débito. 

Saber qual o valor real das suas dúvidas é o ponto chave para uma negociação bem sucedida, dessa forma você consegue descobrir quais são os produtos que foram contratados e as taxas de juros que estão envolvidas. 

Em um primeiro momento, é possível que não seja possível realizar a quitação de todas as dívidas, já que o orçamento está apertado, mas se você conhecer todos os detalhes que estão envolvidos é possível priorizar o pagamento das dívidas que são mais importantes que podem virar uma “bola de neve” a qualquer momento. 

Para que você consiga se organizar melhor, crie uma planilha ou até mesmo em uma agenda, coloque o nome do credor, valor total da dívida em aberto, taxa de juros e a proposta de acordo realizada pelo credor. 

Faça isso para todas as dívidas, para que você consiga ter uma noção de tudo que está envolvido, bem como quais são possíveis de quitar naquele momento. 

Organize suas finanças pessoais

 A organização das suas finanças pessoais é o segundo ponto mais importante, pois mesmo que você tenha ciência de todas as dívidas e do valor de cada uma delas, de nada adianta se você tiver controle sobre os seus gastos. 

O orçamento doméstico precisa ser estudado com calma, para que seja possível trabalhar os limites e definir como que as dívidas serão pagas, sem que comprometa o pagamento das demais despesas. 

Estabeleça metas para o seu consumo, para que dessa forma você consiga manter o controle sobre os seus gastos. 

Pode ser entendido como um processo de contabilidade caseira, onde os gastos não podem ultrapassar x% da renda total ou um valor predeterminado, a partir do momento em que o limite foi excedido, os gastos não devem continuar para não descontrolar o orçamento familiar. 

Não se esqueça de que todos os gastos precisam ser anotados e controlados, até mesmo aquele cafezinho da tarde precisa ser anotado, para que no final você entenda o seu perfil de consumo e saiba exatamente o que cortar para economizar.

Não se engane com o parcelamento de itens em diversas parcelas pequenas, pois elas podem parecer que são mais vantajosas, já que está comprando um item de um valor de médio para alto e pagando em pequenas parcelas mensais, mas várias parcelas pequenas, pode resultar em um problema bem grande. 

Reduza os seus gastos fixos, procure gastar menos com itens que não são necessários, evite compras desnecessárias. 

Utilize o planejamento como uma arma para conseguir reduzir os gastos e se livre das dívidas, para que você possa sair do vermelho. 

É necessário criar uma cultura de que, não é necessário ganhar mais para conseguir quitar dívidas, é importante controlar os gastos, independente dos ganhos mensais. 

Administrando todos os recursos disponíveis

Além dos ganhos mensais, adicione todo o tipo de dinheiro extra que você for receber, coloque na conta PL – Participação de lucros (caso a sua empresa pague), reembolsos de valores pagos ao plano de saúde, renda extra, IR – Imposto de renda e o 13º salário. 

Todos os recursos precisam ser contabilizados bem como suas datas de crédito, para que você consiga planejar a quitação das suas dívidas. 

No momento em que você está buscando “desafogar” suas dívidas, todo o recurso são bem-vindos. Mas quando você conseguir melhorar um pouco, está na hora de começar a organizar esses recursos para poupar. Comece a pensar em construir um colchão financeiro. 

A mudança de cultura de gastar para poupar é importante, pois demonstra a mudança no perfil de consumo bem como a preocupação com suas finanças. Se deseja saber como transformar sua vida financeira, conheça o Livre de Dívidas, treinamento oferecido pelo Instituto Coach Financeiro.

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