Necessidade de capital de giro? Saiba quando é preciso se capitalizar

máquina tentando pegar moedas
O capital de giro são todos os recursos de curto prazo necessários na empresa, chamados de ativo circulante.

O capital de giro (CDG) é um conceito que aponta o valor que uma empresa possui à disposição para a manutenção de seus serviços diários. Trata-se de uma reserva usada para suprir as necessidades financeiras da empresa, possibilitando que ela se desenvolva de maneira saudável ao longo do tempo.

O que é o capital de giro?

Muitos empresários e gestores financeiros acreditam que o capital de giro seja o dinheiro disponível em caixa para pagar as contas do dia a dia da empresa. Esta resposta não está errada, mas o conceito capital de giro vai além disso. Seu sentido amplo é: CDG são todos os recursos de curto prazo necessários na empresa, chamados de ativo circulante.

Este ativo circulante é composto pelo dinheiro disponível — que consistem no dinheiro em caixa e no banco e serve para que a empresa pague suas contas do cotidiano — e pelos valores a receber, representados por todos os valores que ainda faltam ser recebidos dos clientes. Este último ativo deve ser mantido e guardado.

O dinheiro, portanto, fica girando junto com as atividades da empresa: primeiro na forma de caixa e depois na venda para o cliente a prazo.

Qual é a necessidade do capital de giro?

O cálculo do ciclo do caixa determina a necessidade do capital de giro. Quanto maior for esse ciclo, maior a necessidade. A meta da administração financeira da empresa deve ser, então, reduzir esse ciclo, isto é: tentar receber cada vez mais cedo e pagar mais tarde.

Normalmente, a fatia correspondente ao capital de giro é de 50% a 60% do total de ativos da empresa. Como ele invariavelmente sofrerá o impacto das mudanças econômicas, ele deve ser acompanhado e monitorado constantemente e com cuidado. A redução das vendas, o crescimento da inadimplência e o aumento das despesas financeiras e dos custos são as principais causas de problemas para o CDG.

Em geral, o valor do capital de giro fica estável ao longo do tempo, tendendo a diminuir quando são feitos investimentos em bens do ativo imobilizado. Os investimentos, no entanto, costumam ser feitos por meio de aumento no capital e lucro líquido, ou empréstimos de longo prazo. Dessa forma, o ato pode aumentar o capital de giro, o que compensará a diminuição provocada pelos investimentos.

Quando as fontes permanentes da empresa são menores do que as aplicações permanentes, diz-se que a empresa tem capital de giro negativo. Ela usa fundos de curto prazo para financiar uma parte dos ativos não circulantes. Apesar do risco de criar um problema sem solução, existem empresas que possuem necessidade negativa de capital de giro e podem muito bem se desenvolver dessa forma.

Imagem: © Depositphotos.com / vwalakte

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