Qual a melhor forma de pagamento? Entenda e livre-se das dívidas!

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A melhor forma de pagamento sempre é realizada no dinheiro, uma vez que a partir dele, é possível conseguir maiores descontos.

A conveniência dos cartões de crédito e débito, assim como dos cheques, é ótima para fazer compras inesperadas, parcelamentos e para evitar sair com muito dinheiro pela rua. Mas essas facilidades também podem causar prejuízo se não forem muito bem controladas. Isso acontece porque fazer compras sem ver o dinheiro saindo do bolso e não ter um controle exato do que está sendo gasto pode causar surpresas e dívidas inesperadas no fim do mês.

Para evitar sustos, é fundamental saber qual a melhor forma de pagamento e para que tipo de produto ou serviço ele deve ser feito.

Qual a melhor forma de pagamento?

Não há dúvidas de que o dinheiro é a melhor forma de pagamento, principalmente para não correr riscos de endividamento. O pagamento à vista é tão poderoso que, a partir dele, é possível conseguir descontos e negociar promoções. E o dinheiro é tratado da mesma forma em todas as modalidades comerciais e de serviço: não há restrições de bandeiras, podendo até mesmo ser utilizado pela internet com o pagamento de boletos bancários.

O único problema dos pagamentos à vista é estar com dinheiro vivo no bolso, principalmente em tempos violentos. A dica é sair de casa com a quantidade certa que pretende gastar ou igual à do preço do produto que deseja adquirir.

Com menos riscos e tão poderoso quanto o dinheiro, há o cartão de débito. Fisicamente é um cartão com chip e numeração, mas realiza o pagamento da compra fazendo um desconto direto da conta corrente, que precisa estar com saldo para a sua concretização. Com ele não é possível fazer parcelamentos ou pagamentos posteriores, e os comerciantes ficam relutantes em oferecer descontos já que precisam pagar a administradora pelo seu uso, além de alguns comércios não possuírem essa modalidade de pagamento.

O cheque age como o débito automático, mas oferece pelo menos um dia para ser descontado caso seja feito diretamente no caixa bancário. Ele também pode ser moeda de parcelamento, com cheques pré-datados. Mas pelas facilidades oferecidas pelos cartões de débito e visando segurança contra fraudes, muitos comerciantes não estão mais aceitando esse pagamento.

Com o cartão de crédito é possível realizar compras mesmo sem ter dinheiro em mãos ou na conta corrente. O consumidor recebe sua fatura discriminada das compras feitas no período dentro da data firmada no contrato — que, em geral, é de 30 dias. Essa modalidade de pagamento é excelente para quem precisa dividir o valor da compra e para situações em que é vantajoso comprar agora e pagar depois. O grande risco dos cartões de crédito é o endividamento. Afinal, as taxas de atraso são as maiores do mercado e é uma péssima ideia para o bolso fazer os pagamentos mínimos, que invariavelmente viram uma bola de neve.

As possibilidades do comércio

Com a liberação do Governo para que os comerciantes possam cobrar preços diferenciados para compras em cartão de crédito, débito ou dinheiro, o comércio ficou mais competitivo e o consumidor tem mais oportunidades de pesquisar o que é melhor para seu bolso.

Com essa prática anteriormente proibida, as empresas não repassavam aos seus clientes os custos de serviços dos cartões de crédito ou débito e quase sempre elevavam os preços para uma média que esses valores fossem compensados. Com a liberação, elas poderão apresentar descontos mais significativos no preço final, o que pode ajudar muito na economia pessoal.

Imagem: © Depositphotos.com / v.snitovets

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